segunda-feira, 9 de dezembro de 2019


AULAS SEM         FRONTEIRAS

BIBLIOTECA



9 de dezembro, 9:15-10:05


A aluna de Erasmus  Senouci Rachida , argelina, veio apresentar-nos o seu país, falar das suas tradições, geografia, comidas/bebidas típicas, língua, clima, etc., bem como experiências vividas no Porto.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

No âmbito da comemoração deste dia, foi aplicado o Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar  em concertação com a professora Luisa Queiroz. 

Pretendeu-se com a atividade  proporcionar uma experiência diferente, online, de modo a que os alunos tenham um maior contacto com as tecnologias digitais. 





segunda-feira, 18 de novembro de 2019


ATIVIDADES PREVISTAS PARA NOVEMBRO E DEZEMBRO


No dia  25 de novembro,entre as 9:15 e 10:05 ,  a nossa escola contará com a presença da aluna de Erasmus Rachida Senouci. Esta aluna, argelina, virá apresentar-nos o seu país de origem, falar-nos-á das suas  tradições, geografia, comidas/bebidas típicas, língua, clima, etc., bem como de experiências vividas no Porto.



No dia 10 de dezembro, contaremos com a presença da Associação Sindical de Juízes Portugueses que nos virá falar de  cidadania, no âmbito do Programa  Educar para a Cidadania. 

quinta-feira, 7 de novembro de 2019


Dia Europeu da Alimentação e da Cozinha Saudáveis
No âmbito da comemoração do Dia Europeu da Alimentação e da Cozinha Saudáveis, celebrado a 8 de novembro, a nossa escola, por iniciativa da professora Alexandra Ferreira, assinalou a data com uma palestra dinamizada por  estagiárias da Faculdade de Nutrição, sob a supervisão da Professora Doutora Isabel Miranda . 
Foram abordados temas relacionados com mitos e crenças sobre alimentação e foi dada especial ênfase à dieta mediterrânica por se considerar a mais racionalmente sustentável.
Sabendo-se que , na União Europeia, metade da população adulta e um quarto das crianças em idade escolar tem excesso de peso e que estas tendem a conservá-lo na idade adulta , foi objectivo da palestra  incentivar os nossos alunos a  optar por um regime alimentar equilibrado e a fazer mais exercício físico.


terça-feira, 29 de outubro de 2019

MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES 

No âmbito do Mês Internacional  das Bibliotecas Escolares, o Dia da Biblioteca Escolar foi celebrado com uma ação para docentes sobre a importância do trabalho cooperativo e   sobre o Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar . 




 

segunda-feira, 28 de outubro de 2019


ENCONTRO COM  A ESCRITORA ANA MAFALDA DAMIÃO 

Hoje, Dia Mundial das Bibliotecas Escolares, recebemos a visita da escritora Ana Damião. 
Animais e  Direitos dos Animais foram os assuntos abordados .



quinta-feira, 24 de outubro de 2019

O mundo em que vivi (II)

"Ai, que bela poderia ser a vida, que nos presenteava com coisas tão maravilhosas: a neve a cair silenciosamente lá fora, as maçãs assadas, a compota de morangos... se não houvesse as dúvidas angustiosas e a desconfiança contra ela, a própria vida!" (1)

A Literatura de memórias tem nos últimos anos dado uma grande importância ao testemunho dos momentos particulares, da intimidade com que tantas pessoas sujeitas a processos políticos e sociais violentos foram capazes de sobreviver e construir a sua identidade. O mundo em que vivi é de um tempo, em que esse tipo de literatura ainda não tinha uma grande expressão na Europa, mas enquadra-se muito nesse espírito.

Ilse Losa escreve na primeira pessoa, a experiência da sua infância, do início da adolescência na Alemanha dos anos trinta, dando-nos a memória da sua família, de um passado com os seus avós, de um universo que se perdeu em muitas das suas particularidades e afetos. É um livro sobre esse momento inexplicável da história humana, em que a ausência de um espírito corrompeu a essência da vida e a dignidade de milhões de seres humanos.

Nele percebemos como o impossível pôde ser possível, pela crença de um povo numa esperança que se ausentou de si no mais óbvio, onde aos sinais sucessivos foram dadas respostas pouco adequadas. É um livro sobre a vida num século, onde assistimos à construção de um tempo global dominado por uma estética de agressão, de desvinculação das pessoas a uma comunidade, a uma cultura. São esses fragmentos de mundos particulares que chegam até nós.

Em O mundo em que vivi recebemos os espaços, as atmosferas de uma condenação no plano individual a uma cultura que não pôde sobreviver, que se desmoronou, nas perguntas de silêncio de milhões de judeus que interrogaram os dias. Dessas perguntas, as respostas impossíveis chegaram acima de toda a probabilidade, acima de toda a decência humanas. A história de Ilse Losa teve um fim feliz e com ela recordamos esse passado, de onde ela sobreviveu para uma vida de escritora, na cidade do Porto. O mundo em que vivi é em parte, esse caminho para uma escrita que ela preencheria com momentos particulares, os "pequenos nadas" que podem fazer renascer os momentos da vida.

 O mundo em que vivi / Ilse Losa. - 33ª ed. - Porto : Afrontamento, 2014. - 196 p. ; 21 cm. - (Fixões ; 14). - Ler+ Plano Nacional de Leitura. - ISBN 978-972-36-0535-8

O mundo em que vivi (I)

Eram as flores no friso da janela que davam a nota mais colorida à sala de estar, virada para a rua. A tia Gertrud da América mandara, certo dia, um cartuchinho de sementes que a avó espalhara num vaso com terra. Em breve nascera uma roseira. Não uma roseira vulgar, mas sim rara, que dava apenas uma rosa em cada Verão, rosa dum vermelho carregado e, no dizer da avó, mais bela e mais duradoura do que todas as rosas da aldeia. Assim como o Sol é o astro mais altivo e mais luminoso no friso da janela. 

Ao contemplá-la, absorta, pensava na terra da América e na cidade de Nova Iorque, que estava para a nossa aldeia como o elefante para a mosca. E assaltava-me então a curiosidade de terras distantes, estranhas, de tal forma que me esquecia do avô Markus, a quem prometera nunca deixar. Sonhava com ruas largas, sem fim, onde floresciam sebes de rosas diante de casas brancas cujas janelas transbordavam de rosas, molhos e molhos de rosas, e uma inquietação tomava posse de mim. A Ânsia de permanecer junto do friso da janela e ao mesmo tempo de poder estar lá, onde as rosas eram assim, e até em toda a parte do mundo.

Ao lado da janela, precisamente onde floria a roseira americana, a avó Ester dormia todas as tardes a sua sesta de quinze minutos. A cabeça encostada à almofada, os pés no escabelo, certinhos um ao lado do outro, a meia com as cinco agulhas no regaço, dormia sem se mexer. O rosto miúdo, sulcado de rugas, donde o nariz parecia quere saltar, refletia o seu cansaço. Quando a via assim a dormir, lembrava-me dum pássaro morto que certa vez encontrei, com o avô, na borda de um poço coberto de neve.

Entretanto eu tinha licença de folhear as velhas revistas, de dobrar tiras de papel para acender o candeeiro a gás ou o cachimbo do avô, pois a avó não consentia que se gastassem fósforos estando o fogão aceso para fornecer lume. De tempos em tempos interrompia essas ocupações para contemplar a avó a dormir. Em vão procurava no rosto esgotado os vestígios da beleza e da graciosidade que tivera, no dizer do avô, quando fora nova e ele a escolhera para mulher.

Uma das duas portas da sala de estar dava para o quarto de dormir, onde pairava sempre um cheiro a lilases saído da gaveta inferior da cómoda. Ali a avó guardava as suas quinquilharias pessoais. Não deixava de ser estranho ela, a mulher prática, não conseguir desfazer-se de todas essas rendas e rendinhas, golas e golinhas antiquadas, dos leques, das flores de papel e de outras coisas no género, eme vez disso conservá-las em caixas de sabonetes e latas de rebuçados. 
A avó dormia numa das suas camas, enquanto eu ficava com o avô na outra. Era ela que me lavava, no fim do dia, dos pés à cabeça, numa bacia de zinco, mas era o avô quem me levava às cavalitas para a cama que, nos primeiros dias depois de a avó lhe ter mudado os lençóis, cheirava a alfazema. Todas as noites o avô se sentava ao meu lado. Contava histórias e cantava canções. A voz volumosa, grave, animava a escuridão com as figuras dos contos de fadas e da Bíblia e embalava-me até eu adormecer.

Certa noite, depois de ele me ter deixado, aproximou-se da janela aberta um ruidoso bater de asas. Suspendi a respiração e julguei morrer de medo. Duas asas batiam sobre a minha cabeça e os meus ombros. Quis gritar, mas a garganta aperte-se-me. Fechei os olhos, abri-os, cravei-os na escuridão… Já não havia mais nada. Pela janela aberta, entrava, leve e fresco, o ar da noite. Sentei-me, apalpei tudo em redor, ergui os braços. Nada. Só a escuridão e o silêncio. Quem estivera comigo? O anjo de Jacob? O pássaro gigante? O rei dos amieiros? Mas os reis tinham asas?... Quando finalmente o avô tornou a entrar para se deitar ao meu lado, aconcheguei-me, aliviada, nos seus braços.

 O mundo em que vivi / Ilse Losa. - 1ª ed. - Porto : Manaus, 1949. 

sexta-feira, 20 de setembro de 2019






Em Portugal, o Dia da Biblioteca Escolar é assinalado na quarta segunda-feira de outubro, este ano, dia 28, mas em todo o mundo, e segundo a proposta da International Association of School Librarianship (IASL), o mesmo pode ser comemorado durante um dia, uma semana ou mesmo durante o mês de outubro.

Brevemente, publicaremos as atividades  a serem desenvolvidas. Para isso, contamos com a colaboração de todos os que nos leem. 



segunda-feira, 3 de junho de 2019

Na memóra de Agustina


Todos os meus livros são, afinal, só isso, a oportunidade de milhões de almas, únicas, todas elas, almas de sapinhos cheios de importância de viver. [...] Uns partem um pouco depois de dizerem bom dia, outros ficam até morrer. Todos se continuam naquilo que têm de profundamente entre si - a vocação para serem sós, porém aceites por cada uns dos outros. Porque a solidão que me acusam de impor aos meus personagens, como uma grilheta, é apenas a sua individualidade biológica, a exclusividade, a reivindicação superior da sua própria luta. Um homem jamais corresponde a outro homem; as suas reações e conclusões não equivalem a vivência de outra alma, a experiência do outro eu. O mistério do eu cumpre-se em cada homem de forma única". (1)

“Há muitas coisas belas na terra, mas nada iguala a recordação de um dia de Verão que declina, e temos 11 anos e sabemos que o dia seguinte é fundamental para que os nossos desejos se cumpram. Quem conservar este sentimento pela vida fora está predestinado a um triunfo, talvez um tanto sedentário, mas que tem o seu reino no coração das pessoas.” (2)

O mais veemente dos vencedores e o mendigo que se apoia num raio de sol para viver um dia mais, equivalem-se, não como valores de aptidões ou de razão, não talvez como sentido metafísico ou direito abstracto, mas pelo que em si é a atormentada continuidade do homem, o que, sem impulso, fica sob o coração, quase esperança sem nome. (3) 

Não são os crentes que se salvam; são os que esperam em plano de igualdade com o que é eterno - a vida humana e a realidade dos seus direitos. Devo acrescentar aqui alguma coisa que sempre me pesou: acima dos amigos eu tive o pensamento; além da gratidão, eu pus o amor forte e generoso pela vida. (4)

Agustina Bessa-Luís,
(1) in Revista Lusíada. Porto, Outubro, 1955.
(2) As Pessoas Felizes
(3) Sibila
(4) O chapéu de fitas a voar

 Retemos dela uma ideia de uma luz de quem caminhou ao contrário, da maturidade para a infância, de quem nos ensinou que a vida é demasiado importante para ser levada a sério e que por isso nada mais difícil do que o gesto grave, a dureza do caminho, para os que procuram um lugar de felicidade, de conquista de individualidade. Por isso as fórmulas rápidas e fáceis são inexpressivas de qualquer verdade, pois em cada ser há uma respiração diferente.
Nas suas obras, as mulheres de diferentes gerações revelam essa aspiração de humanidade, que condensam o que viveram, o que sonharam, em luta com o real sem se saber se se ousou o suficiente, se a afirmação foi suficiente para chegar a esse momento quase final em algo que se compreendeu. 
 É uma das grandes figuras da cultura portuguesa deste século e de muitos outros. Pela escrita, pelos temas, pelo humor e por aquele sorriso de quem já parece ter percebido o sentido das coisas e por isso sorri para o horizonte, como a criança acabada de nascer. Havia nela uma sabedoria na compreensão das coisas e não sei se como em Eduardo Lourenço, muitos a citam e quantos a terão lido. É um figura essencial para compreender o século XX e esse património entre a cidade e o campo, o Douro, entre o esforço criativo e a dureza da vida, mas também o sentido criativo, a arte e o próprio tempo.

domingo, 2 de junho de 2019

Linhas de caminhos...



Caminhamos, respiramos, viajamos entre espaços pelo pelo que somos, pelos mecanismos biológicos ou pelo espírito que nos anima? Somos pessoas porque voamos entre linhas desenhadas na imaginação, caminhamos fisicamente pelo que nos é dado ou é a convicção que nos alimenta o caminho? 
No contínuo caminhar que fazemos reside o nosso empenho na forma como o fazemos, nas opções que colocamos no caminho, nos instrumentos que concebemos para o sonho. Ficamo-nos na crença cega do modo como andamos, ou estimamos as possibilidades de chegar ao crepúsculo da tarde?
Na viagem que construímos é o rio que corre em nós, que nos alimenta a definição do caminho, nos faz criar os instrumentos capazes de superar os limites físicos, operacionais do corpo, para conquistar esses momentos de superação, de uma epifania de vontade e determinação. Na errância com que nos vemos, são essas cores com que pintamos o real que embelezam a respiração das auroras amanhecidas na alegria da viagem, como elemento essencial do sonho vivido.

A educação sentimental dos pássaros: onze contos sobre anjos, demónios e outras pessoas quase normais / José Eduardo Agualusa ; rev. Clara Boléo. - 1ª ed. - Alfragide : Dom Quixote, 2011. - 127 p. ; 24 cm- - ISBN 978-972-20-4704-3

sábado, 1 de junho de 2019

junho


junho tem ar de festa
mesmo que festa não haja.
Não se sabe bem porquê,
se todos ainda trabalham.
Talvez festa de ser véspera
de chegar, em junho, o Verão
e com ele um ,
um comboio, um avião,
ou simplesmente umas pernas
de andarilho sem receio,
que nos levem com os amigos
a um lugar de eleição
que se guarde para sempre
no baú do coração.

O livro dos meses / João Pedro Mésseder ; il. Ana Biscaia, Arianna Vairo. - [Lousã] : Lápis da Memória, 2012. - 35 p. : il. ; 21 cm. - ISbn 978-989-97852-0-5
Imagem: Copyright - André Neves

quarta-feira, 1 de maio de 2019

um de maio


No dia do Trabalhador:

Aqui estão as mãos.
São os mais belos sinais da terra.
Os anjos nascem aqui:
frescos, matinais, quase de orvalho,
de coração alegre e povoado.
Ponho nelas a minha boca,
respiro o sangue, o seu rumor branco,
aqueço-as por dentro, abandonadas
nas minhas, as pequenas mãos do mundo.
Alguns pensam que são as mãos de deus
— eu sei que são as mãos de um homem,
trémulas barcaças onde a água,
a tristeza e as quatro estações
penetram, indiferentemente.
Não lhes toquem: são amor e bondade.
Mais ainda: cheiram a madressilva.
São o primeiro homem, a primeira mulher.
E amanhece.
Eugénio de Andrade, "Coração Habitado", in Poesia / Eugénio de Andrade ; pref. José Tolentino Mendonça. - 1ª ed. - Portp : Assírio & Alvim, 2017. - 671 p. - ISBN 978-972-37-1945-1
Imagem - Leonardo da Vinci, Estudo de mãos, 1474
(No Dia do Trabalhador, as mãos são ainda um dos mais belos símbolos que ainda permitem trazer a dignidade do trabalho, como forma de construir o quotidiano, de o compor de beleza.)

Maio


" (...) no mês de Maio que é o mês da liberdade
no mês de Maio que é o mês dos namorados".

Manuel Alegre, "Nós voltaremos sempre em Maio "
Imagem, in http://takaclip.tumblr.com/

segunda-feira, 29 de abril de 2019



CLUBE DE FRANCÊS 


É na nossa biblioteca que tem funcionado o Clube de Francês. Este  pretende promover o contacto com a língua e cultura francesas de forma lúdica, de modo a  motivar os alunos para o desenvolvimento de algumas das competências, atitudes e valores previstos no Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória





quinta-feira, 25 de abril de 2019

Abril


Celebra-se o vinte e cinco
de Abril de setenta e quatro,
pois Abril é revolução
no ar, sim, como no chão,
onde alguém desenha a giz
a silhueta futura (...)

Abril é também promessa

de tesouros no Estio,
que está longe  (ainda é frio).
águas mil por certo vêm,
mas outros dias já trazem
uma luz azul também.

E este Abril é ainda

o mês em que os livros voam
da minha mão para a rua,
da tua p'rá minha mão,
e das mãos voam p'rós olhos
e dos olhos para a mente
e daí p'ró coração.
João Pedro Mésseder, "Abril", in O Livro dos Meses 
Imagem, Flor de Primavera, Jettie Rosenboon


CARTAZES DE ABRIL


Porque a nossa história também se faz pela descrição gráfica representada  em  cartazes políticos  .....



quarta-feira, 10 de abril de 2019

Memória de Sophia (I)


Gosto de uivar ao vento com os mastros
E de me abrir na brisa com as velas,
E há momentos que são quase esquecimento
Numa doçura imensa de regresso.
A minha pátria é onde o vento passa,
A minha amada é onde os roseirais dão flor,
O meu desejo é o rastro que ficou das aves,
E nunca acordo deste sonho e nunca durmo.”

Sophia, “Pirata”
Coral / Sophia de Mello Breyner Andresen ; pref. Manuel Gusmão. – 1ª ed. – Porto : Assírio & Alvim, 2013. – 113, [6] p. ; 21 cm. – (Obras de Sophia de Mello Breyner Andresen). – ISBN 978-972-37-1702-0
Imagem: Copyright – Augenlicht

sexta-feira, 5 de abril de 2019




DIA DO AGRUPAMENTO


Porque hoje é o Dia do Agrupamento, a biblioteca dinamizou 

jogos online sobre a vida e obra das  suas patronas.  






quarta-feira, 3 de abril de 2019


ESCREVER PARA SER


Escrever é criar, recriar, é descobrir-se em cada palavra, é vivenciar os sentimentos e organizar os pensamentos. Escrever permite-nos estar a sós connosco, apreciando a nossa companhia……