Um leitor por dia - celebrar os momentos íntimos da leitura!
A leitura criou possibilidades de esperança e de
“utopia”, esta como processo em muitos séculos de universos quotidianos, onde
em especial a mulher pôde fundir novas ideias para a sua realidade diária.
Desse universo de leitura, importa abordar, ainda que ligeiramente (pelas
limitações deste suporte) como a escrita pôde libertar processos culturais que
organizavam o essencial da vida social. E quem diz a escrita diz ainda num valor mais abrangente e social, a leitura, nos seus espaços de conquista ao mundo.
Se a leitura no feminino teve uma
possibilidade de evolução ao longo dos séculos, sobretudo a partir do século
XVIII, a escrita viveu nesse género, grandes dificuldades de se
concretizar.
Mesmo uma figura como Viriginia Woolf, já no século XX se interrogava como era difícil superar a imagem tradicional da mulher e avançar com uma escrita que revelasse a sua integridade. “O discurso livre das mulheres”, disse Virginia Woolf faria depender o futuro da arte do romance e conceder uma vida de liberdade aos dois. Desse longo caminho vejamos em pequenas imagens posteriores, como a arte da representação pictórica e da palavra as definiram, nessa difícil atividade da leitura e da escrita.
Mesmo uma figura como Viriginia Woolf, já no século XX se interrogava como era difícil superar a imagem tradicional da mulher e avançar com uma escrita que revelasse a sua integridade. “O discurso livre das mulheres”, disse Virginia Woolf faria depender o futuro da arte do romance e conceder uma vida de liberdade aos dois. Desse longo caminho vejamos em pequenas imagens posteriores, como a arte da representação pictórica e da palavra as definiram, nessa difícil atividade da leitura e da escrita.
Imagem: Copyright - Marguerite Yourcenar







