
Dia mundial da árvore.
Um poema de W. Sebald, ele que tratou desse nosso pobre conflito entre a grandiosa natureza e a pequenez humana.
"Tal como uma raia pairando no fundo
do mar, assim deslizei sem ruído,
quase sem mover uma asa,
muito alto acima da terra,
sobre a foz do Reno e,
subindo o rio, segui o curso
desta água que se tornou
pesada e amarga.”
do mar, assim deslizei sem ruído,
quase sem mover uma asa,
muito alto acima da terra,
sobre a foz do Reno e,
subindo o rio, segui o curso
desta água que se tornou
pesada e amarga.”
W. G. Sebald. (2012). “VII”. Do natural. Lisboa: Quetzal.
Imagem – Na foz do Reno, à beira do Mar do Norte.
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