domingo, 13 de setembro de 2020


E porque a vida é feita de opções, com um poema de Cecília Meireles, saudamos a nossa comunidade , desejando a todos o melhor ano escolar possível. 


segunda-feira, 20 de julho de 2020


Na 11ª primeira edição do concurso Conta-nos uma história!, foram submetidas 136 histórias, nas modalidades áudio e vídeo, avaliadas por um júri presidido pela Professora Doutora Ana Amélia Carvalho da Universidade de Coimbra, e constituído por elementos da Direção-Geral da Educação (DGE), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), do Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL), da Microsoft, da Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI) e da Rádio ZigZag.


Apresentamos os primeiros prémios:  


Pré- escolar




1º e 2º ano




3º e 4º ano




3º e 4º ano de inglês





terça-feira, 14 de julho de 2020



Em  tempos de pausa letiva, uma sugestão de  Pedro Solís 
García,  Prémio Goya (2011)


segunda-feira, 1 de junho de 2020



DIA DA CRIANÇA



Há cerca de 10 anos,  o autor Daniel Completo e a escritora Luísa Ducla Soares começaram um trabalho em parceria para a criação de audiolivros. Já fizeram 11 audiolivros, levando assim os seus poemas às bibliotecas, auditórios e escolas, ao longo do país, contribuindo para juntar alegria, festa e aprendizagem.

Devido à situação pandémica que se vive, os autores propõem-se agora fazer a apresentação online, em tempo real, do seu audiolivro "Quem dá Asas às Palavras" para a Rede de Bibliotecas Escolares, no dia 1 de Junho - Dia Mundial da Criança, pelas 16.30h. Este livro da autoria de Luísa Ducla Soares e Daniel Completo é ilustrado, na versão impressa, por João Vaz de Carvalho.


Trata-se de uma resposta às necessidades das populações e muito especialmente dos alunos que precisam de continuar o seu processo de aprendizagem e crescimento.

A apresentação será realizada através do Youtube, neste link.

Esta iniciativa assinala os 50 anos de vida literária da escritora Luísa Ducla Soares.


sábado, 23 de maio de 2020




O jornalista Fernando Assis Pacheco entrevista Maria Velho da Costa, escritora, sobre a sua vida pessoal e como escritora.


 Arquivo RTP

sexta-feira, 22 de maio de 2020



DIA DO AUTOR PORTUGUÊS


Dia do Autor Português é, hoje, assinalado em todo o país  por diversas instituições. Trata-se de uma iniciativa promovida, desde 1982,  pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) , como forma de destacar a  importância dos criadores portugueses nas várias áreas artísticas e culturais no desenvolvimento da cultura e do bem-estar da comunidade . 

Este dia assinala igualmente o aniversário da Sociedade Portuguesa de Autores que também celebra neste dia o seu 78º aniversário.

Na cidade do Porto, destaca-se a reabertura da sala online e nas redes sociais do Teatro Nacional de Sao João,  com a encenação de Nuno Carinhas - ALMA, de Gil Vicente. No epicentro, disputada pelo Anjo e pelo Diabo, uma singular personagem vicentina – uma “Alma caminheira”, alegoria de toda a espécie humana – luta contra o tempo e faz um trajeto de provação, mudança, descoberta.

22 maio 2020 • sex 22:00

Disponível até às 24:00 de 24 de maio 2020

Teatro Nacional de Sao João

segunda-feira, 18 de maio de 2020



DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

O objectivo do Dia Internacional dos Museus (DIM) é chamar a atenção sobre o facto de que “os museus são um importante meio de intercâmbio cultural, enriquecimento de culturas e desenvolvimento de entendimento mútuo, cooperação e paz entre os povos”. Organizado em 18 de maio de cada ano, os eventos e atividades planeados para comemorar o Dia Internacional dos Museus podem durar um dia, um fim de semana ou uma semana inteira. O DIM foi comemorado pela primeira vez há 40 anos. Em todo o mundo, cada vez mais museus participam nesta celebração. No ano passado, mais de 37.000 museus participaram neste evento em cerca de 158 países e territórios.

Referência: Portugal, I. (2019). Dia Internacional dos Museus 2020 – Museus para a Igualdade: Diversidade e InclusãoICOM Portugal. Retrieved 18 May 2020, from http://icom-portugal.org/2019/12/19/dia-internacional-dos-museus-2020-museus-para-a-igualdade-diversidade-e-inclusao/


A origem dos museus e a sua expansão pelo mundo. O Louvre como marco do museu dos dias de hoje.
E a pergunta: para que serve um museu?

terça-feira, 5 de maio de 2020


CELEBRAÇÃO DA UNIVERSALIDADE DA 

LÍNGUA PORTUGUESA


Foi a 25 de novembro de 2019 que a UNESCO ratificou a data de 5 de maio como Dia Mundial da Língua Portuguesa, na sequência da proposta de todos os países lusófonos, apoiada por mais 24 Estados, incluindo países como a Argentina, Chile, Geórgia, Luxemburgo ou Uruguai. De recordar que há mais de uma década que, a 5 de maio, se celebrava o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP.


Os dados oficiais indicam que o português é falado por mais de 260 milhões de pessoas nos cinco continentes (3,7% da população mundial), sendo língua oficial dos nove países-membros da CPLP (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) e Macau, bem como língua de trabalho ou oficial de um conjunto de organizações internacionais como a União Europeia, União Africana ou o Mercosul.



segunda-feira, 27 de abril de 2020





Fernão de Magalhães teve uma morte violenta, que ocorreu num confronto militar na pequena ilha de Mactán, junto a Cebu, uma das ilhas Filipinas onde a expedição espanhola que comandava tinha ancorado semanas antes.

O confronto, a 27 de abril de 1521, opôs 50 espanhóis comandados por Magalhães a cerca de 1500 guerreiros da ilha. O cronista António Pigafetta fez o relato presencial do que se passou: as condições da praia impediram os espanhóis de utilizar a artilharia e obrigaram-nos a desembarcar, onde foram atacados de imediato.

Os inimigos perceberam que os espanhóis tinham a cabeça e o tronco protegidos, mas não os membros, e lançaram uma chuva de flechas envenenadas, uma das quais feriu Magalhães, que acabou por sucumbir em combate. A sua morte desviou a atenção dos guerreiros inimigos, o que permitiu que os sobreviventes conseguissem reembarcar. “Assim morreu o nosso guia, a nossa luz e o nosso apoio”, nas palavras do cronista.

A armada de Magalhães tinha alcançado o arquipélago das Filipinas, após a longa e penosa travessia do Pacífico, e assentou arraiais na ilha de Cebu, onde os espanhóis procuraram um acordo e um entendimento com o rei local. Seguindo a tradição espanhola seguida na América, esse acordo previa o batismo do rei e a vassalagem a Carlos V. Para o rei de Cebu, esta aliança era importante, porque a amizade dos espanhóis reforçava o seu poder e prestígio junto das elites locais.

Foi neste contexto que Magalhães se deixou enredar nas intrigas e nos conflitos locais. Ao ser informado de que um dos chefes da ilha vizinha de Mactán, chamado Lapu Lapu, se tinha recusado a pagar tributo ao rei de Espanha, Magalhães decidiu resolver pessoalmente a questão, com um pequeno grupo de soldados.

Magalhães era um líder prudente e sensato, pelo que ainda hoje é difícil compreender o que o terá levado a tomar aquela decisão temerária e tão pouco sensata de se deixar atrair para o que parece ter sido uma manobra astuciosa e uma armadilha montada pelos chefes de Mactán.

 A armada prosseguiu o seu objetivo de encontrar as ilhas produtoras de especiarias, o que fez pouco depois, ao seguir para Brunei e posteriormente para as Molucas e Timor. Entretanto, a liderança foi entregue a dois homens, o português Duarte Barbosa e o espanhol Juan Serrano, mas seria Sebastián Del Cano quem acabaria por comandar a armada espanhola, agora reduzida a um único navio, até ao Cabo da Boa Esperança, e daí até Espanha, onde chegou em setembro de 1522.

O corpo de Magalhães nunca foi objeto de exéquias ou de um simples enterro, porque os guerreiros que o mataram recusaram-se a entregá-lo aos espanhóis. Quanto a Lapu Lapu, o chefe rebelde da ilha de Mactán, é celebrado nas Filipinas como o primeiro herói nacional e um símbolo da resistência à colonização espanhola, figurando em estátuas e insígnias oficiais e tendo inspirado várias adaptações cinematográficas.

sexta-feira, 24 de abril de 2020


Lagos com Novembro comemorativo do nascimento de Sophia de Mello ...




22:55'


Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'O Nome das Coisas'



quinta-feira, 23 de abril de 2020










Este dia, que coincide com a partida de escritores como Miguel de Cervantes e William Shakespeare,é comemorado desde 1996 por decisão da organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), no dia 23 de abril . No seu site, diz o slogan desta organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura que “A leitura é importante hoje mais do que nunca. Leia e você nunca estará sozinho”.

Conscientes das limitações do momento, recordamos os Encarregados de Educação do Agrupamento a atividade Leitura em Família- iniciada no presente ano letivo com envio semanal de contos-, como forma de estimular não só a comunicação entre gerações, mas, principalmente, o estreitamento dos laços afetivos. 

                    Ainda outras sugestões:

                    Página de eBooks de autores portugueses do blogue

                    Educação Literária na Família

                    Letra Pequena


Participações na atividade 

25 de abril, sempre !





Feito com Padlet

quarta-feira, 22 de abril de 2020


25 de abril, sempre!


Duas formas de recordar o passado. 



50.º Dia da Terra 

Desde 1970 que todos os anos, a 22 de abril, se comemora o Dia da Terra para chamar a 
atenção para a importância de o ser humano viver em harmonia com o Planeta, casa 
comum de onde provêm todos os recursos que garantem a sobrevivência dos que nele 
habitam e o funcionamento da economia.



Abril 2020: Saúde ou liberdade?

O tempo histórico da pandemia covid-19 traduz-se numa experiência de ordem prática, verdadeiramente global e nunca antes imaginada, de transformação radical do nosso estilo de vida. Discuti-la nas suas diversas dimensões (científica, literária, ambiental, política…) é provavelmente a tarefa mais significativa que as crianças e jovens podem esperar da escola na atualidade porque lhes permite construir uma ordem/ sentido e um significado/ propósito para o desconhecido que, não só cria e consolida competências,como apazigua o medo e devolve o bem-estar.

Abril é o mês que em Portugal se comemora a conquista da liberdade depois de mais de 40 anos de ditadura e este ano, em que o mundo é assolado por uma extrema vulnerabilidade, a questão da defesa da livre vontade/ autodeterminação levanta-se na base de uma nova experiência já em curso em alguns países e com aparente sucesso em matéria de crise sanitária: a do bio-poder ou da bio-política.

Sabemos há muito que os nossos consumos são condicionados pelos impostos que pagamos [Monteiro, H. (24.11.2018). Os impostos servem para o Estado nos dizer o que devemos consumir? Expresso], que a linguagem que usamos é influenciada pela ideologia dominante[Soares, M: (25.09. 2019). Higienização da linguagem. Público], que o Google e o Facebookexercem sobre os indivíduos uma vigilância mais eficaz do que o policiamento do passado
[Reis, B.(12. abr. 2020). O preço a pagar é sermos mais vigiados? Público],mas agora o problema alarga-se quando, no contexto da pandemia, é levantada a possibilidade de utilização da tecnologia para rastreio digital de covid- 19, cuja fiabilidade de resultados depende do maior número de utilizadores. - exemplos: app Trace Together e software da parceria Google - Apple que rastreia por Bluetooth. Neste contexto e, para proteção da comunidade há inclusive países europeus que preveem a apresentação de um certificado de imunidade para regresso à nova normalidade e ao exercício de cidadania plena (DC - depois de covid- 19).

Será esta uma oportunidade de sucesso perante uma ameaça cujo alcance desconhecemos ou, pelo contrário, estamos perante um cenário que, a ser posto em prática, transforma a liberdade numa mera ficção/ ilusão [Harari, Y. (14 set. 2018). The myth of freedom, The Guardian]?

Sem preconceitos e com racionalidade é importante refletir sobre este problema prático quepode abrir o precedente para uma mudança ainda mais radical e, talvez irreversível, das nossas vidas. Desta feita para a crise pandémica, mais tarde para a resolução do problema das migrações, do terrorismo, da cibersegurança, do clima ou de outro não antevisto

                                                                                              Cidadania, RBE.pt

terça-feira, 21 de abril de 2020

25 de abril , sempre ! 



Como forma de celebrar mais um aniversário da revolução de abril de 74, a biblioteca da EB Irene Lisboa lança um desafio à comunidade escolar: 

No conjunto de canções que se segue e que se encontra intimamente ligado ao dia 25 ,  há uma que não tem conteúdo político.

1- Qual é a canção?

2- Por que foi associada  à revolução?

Das canções sugeridas, qual é a sua preferida? Porquê?


As respostas deverão ser enviadas para o mail  becre.ebil@gmail.com  . 

O  resultado final  desta  pequena atividade será divulgado  num Padlet ,neste blogue. 


sábado, 11 de abril de 2020




O que agora vivemos existirá num qualquer futuro... o silêncio ouve-se de tão longe... em tantos rostos que não vemos... Um poema de José Luís Peixoto sobre o que tantos vão sentido, entre o agora e o que há-de vir...



sábado, 21 de março de 2020



A imagem pode conter: uma ou mais pessoas
no dia mundial da poesia de 2020 como em todos os dias, 

É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.


Eugénio de Andrade, É urgente o amor, in Poesia / Eugénio de Andrade. - 1ª ed. - Porto : Assírio & Alvim, 2017.


A imagem pode conter: céu, ave, ar livre e água


Dia mundial da árvore. 

Um poema de W. Sebald, ele que tratou desse nosso pobre conflito entre a grandiosa natureza e a pequenez humana.

"Tal como uma raia pairando no fundo
do mar, assim deslizei sem ruído,
quase sem mover uma asa,
muito alto acima da terra,
sobre a foz do Reno e,
subindo o rio, segui o curso
desta água que se tornou
pesada e amarga.”



W. G. Sebald. (2012). “VII”. Do natural. Lisboa: Quetzal.

Imagem – Na foz do Reno, à beira do Mar do Norte.


sexta-feira, 20 de março de 2020

A literatura tem o dom de antecipar eventos, de criar enredos que nos parecem inverosímeis e que nos prendem, nos cativam, pelo poder da palavra.
Contudo, a sociedade tem-nos mostrado ao longo do tempo que as piores predições se podem transformar nos nossos piores pesadelos.
A situação atual levou-nos a fazer a compilação de algumas obras que mostram isso mesmo. 
Estas sugestões poderão ser pistas de leitura interessantes para todos os que gostam de ler.

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SINOPSE
Na manhã de um dia 16 de abril dos anos de 1940, o doutor Bernard Rieux sai do seu consultório e tropeça num rato morto. Este é o primeiro sinal de uma epidemia de peste que em breve toma conta de toda a cidade de Orão, na Argélia. Sujeita a quarentena, esta torna-se um território irrespirável e os seus habitantes são conduzidos até estados de sofrimento, de loucura, mas também de compaixão de proporções desmedidas.

Uma história arrebatadora sobre o horror, a sobrevivência e a resiliência do ser humano, A Peste é uma parábola de ressonância intemporal, um romance magistralmente construído, que, publicado originalmente em 1947, consagrou em definitivo Albert Camus como um dos autores fundamentais da literatura moderna.


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SINOPSE
O Sol já brilha no céu, dando ao cinzento do mar o seu tom avermelhado. Os abutres secam as asas ao vento. Cheira a queimado. O dilúvio seco, uma praga criada em laboratório pelo homem, exterminou a humanidade. Mas duas mulheres sobreviveram: Ren, uma dançarina de varão, e Toby, que do alto do seu jardim no terraço observa e escuta. Está aí mais alguém? Um livro visionário, profético, de dimensões bíblicas, que põe a nu o mais ridículo e o mais sublime do ser humano, a nossa capacidade para a destruição e para a esperança. Negro, terno, inquietante, violento e hilariante, revela Margaret Atwood no seu melhor.
 
 
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SINOPSE
Um homem fica cego, inexplicavelmente, quando se encontra no seu carro no meio do trânsito. A cegueira alastra como «um rastilho de pólvora». Uma cegueira coletiva. Romance contundente. Saramago a ver mais longe. Personagens sem nome. Um mundo com as contradições da espécie humana. Não se situa em nenhum tempo específico. É um tempo que pode ser ontem, hoje ou amanhã. As ideias a virem ao de cima, sempre na escrita de Saramago. A alegoria. O poder da palavra a abrir os olhos, face ao risco de uma situação terminal generalizada. A arte da escrita ao serviço da preocupação cívica. 

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SINOPSE
Bem-vindos ao incrível mundo da modificação genética e do mercado de órgãos…

Quando uma jovem anónima, aparentemente saudável, perde os sentidos no metro de Nova Iorque e morre ao chegar ao hospital, Jack Stapleton, o médico-legista, encontra semelhanças inquietantes entre este caso e a gripe de 1918. Temendo uma repetição da fatídica pandemia ocorrido há um século, Jack faz a autópsia poucas horas depois da morte da mulher e descobre anomalias estranhíssimas: em primeiro lugar, ela tinha sido submetida a um transplante do coração, em segundo, o seu ADN corresponde ao do coração transplantado.

Contudo, os factos não apontam para o vírus da gripe, e Jack vê-se envolvido numa corrida contra o tempo para determinar que tipo de vírus poderia provocar aquela morte, uma tarefa que se torna mais urgente quando outras duas vítimas sucumbem de forma idêntica. Mas nada faz sentido até a investigação o conduzir ao mundo fascinante do CRISPR/CAS9, uma biotecnologia de edição de genes que conquistou a comunidade médica… e a atenção dos seus membros menos escrupulosos. Arrastado para o submundo do mercado de transplante de órgãos, Jack depara-se com um homem de negócios megalómano disposto a arriscar vidas humanas para poder conquistar uma nova e lucrativa fronteira da medicina. E, se Jack não tiver cuidado, a próxima vida sacrificada pode muito bem vir a ser a sua.

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SINOPSE
No começo, eram doze.

Quando Zoo aceitou participar num programa de televisão, ela julgava que se tratava de um reality show. Sabia que ia ser testada até aos seus limites para bater os outros onze concorrentes em provas de sobrevivência, mas achou que valeria a pena. Depois das câmaras e dos desafios voltaria para casa, para formar uma família.

Mas o jogo parece não ter fim.
Conforme os concorrentes vão quebrando, física ou psicologicamente, Zoo começa a questionar-se sobre a crescente dificuldade das provas. Pouco depois, dá por si sozinha. Todos os outros concorrentes desaparecem. As cidades vazias, os cenários grotescos. Porque é que o programa não acaba?

Descobrir a verdade é o princípio.
O que estará a acontecer longe do olhar das câmaras? Zoo precisa de descobrir, e, acima de tudo, precisa de encontrar o caminho para casa de forma a retomar uma vida interrompida.
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SINOPSE
No "calor demolidor da Newark equatorial" grassa uma epidemia aterradora que ameaça de mutilação, paralisia, incapacidade irreversível e mesmo de morte as crianças da Nova Jérsia. É este o tema surpreendente e lancinante do novo livro de Roth: uma epidemia de poliomielite em tempo de guerra, no verão de 1944, e o efeito que tem sobre uma comunidade de Newark, coesa e assente nos valores da família, e nomeadamente sobre as suas crianças.
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SINOPSE
Autor de várias obras adaptadas ao cinema (Parque Jurássico ou esta), em Congo desenvolve-se um obra verdadeiramente empolgante onde as conquistas cientificas e os interesses de duas grandes potências envolvem um jovem etólogo, uma cientista determinada, um consórcio euro-japonês e um gorila que fala. Tudo isto no coração do Congo, onde as lutas tribais, o canibalismo, as catástrofes naturais e as feras vão exigir dos exploradores algo mais do que persistência e coragem...

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SINOPSE
Tão actual como as notícias de primeira página dos nossos dias, o mais arrojado dos romances de Michael Crichton conta-nos a história de uma epidemia mecânica e dos esforços desesperados de um grupo de cientistas para a travar. Inspirado nos mais recentes factos científicos, "Presas" leva-nos aos novos universos da nanotecnologia e da inteligência artificial - numa história de intenso suspense, "Presas" é um romance que não se pode largar, é que... o tempo está a esgotar-se...

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SINOPSE
Um romance ousado em torno de um acontecimento que abalou o mundo, Estação Onze conta-nos a cativante história de um grupo de pessoas que arriscam tudo em nome da arte e da sociedade humana.

Kirsten Raymonde nunca conseguiu esquecer a noite em que Arthur Leander, um ator famoso, morre no palco quando representava O Rei Lear. Foi nessa fatídica noite que teve início uma pandemia de gripe que veio a destruir, quase por completo, a humanidade. 20 anos depois, Kirsten é uma atriz de uma pequena trupe que se desloca por entre as comunidades dispersas de sobreviventes a representar peças de Shakespeare e a tocar música. No entanto, tudo irá mudar quando a trupe chega a St. Deborah by the Water.

Abrangendo várias décadas e retratando de forma fulgurante a vida antes e depois da pandemia de gripe, este romance repleto de suspense e emoção confronta-nos com os estranhos acasos do destino que ligam os seus personagens. Estação Onze fala-nos das relações que nos sustentam, da natureza efémera da fama e da beleza do mundo tal como o conhecemos. - Vencedor do Arthur C. Clarke Award - Finalista do National Book Award - Finalista do PEN/Faulkner Award
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SINOPSE
O Sol já brilha no céu, dando ao cinzento do mar o seu tom avermelhado. Os abutres secam as asas ao vento. Cheira a queimado. O dilúvio seco, uma praga criada em laboratório pelo homem, exterminou a humanidade. Mas duas mulheres sobreviveram: Ren, uma dançarina de varão, e Toby, que do alto do seu jardim no terraço observa e escuta. Está aí mais alguém? Um livro visionário, profético, de dimensões bíblicas, que põe a nu o mais ridículo e o mais sublime do ser humano, a nossa capacidade para a destruição e para a esperança. Negro, terno, inquietante, violento e hilariante, revela Margaret Atwood no seu melhor.

terça-feira, 3 de março de 2020

Educar para a Cidadania. 

A nossa escola agradece à Associação Sindical dos  Juízes Portugueses, nas pessoas das Dras. Juízas Carla Martins e Sónia Sousa , as excelentes palestras subordinadas ao tema Educar para a Cidadania. 

Estas versaram sobre  assuntos relacionados com  o que é o direito, com o   papel do Dr. Juiz  e do Ministério Público, sobre  direitos e deveres de cada pessoa. Na sua interação com a audiência, foram apresentados  inúmeros comportamentos, socialmente  tidos  como  toleráveis, mas que se encontram elencados no Código Penal enquanto crimes. 

É de louvar a iniciativa desta associação profissional, pela assunção de que a articulação do Poder Judicial com a Educação pode ser um fator preditivo de uma sociedade mais justa. 



terça-feira, 4 de fevereiro de 2020




Dia Mundial da Leitura em Voz Alta.


Este dia é assinalado  no dia 1 de fevereiro.  Trata-se de uma iniciativa criada pela LitWorld, uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo permitir aos jovens de todo o mundo um maior contacto com a leitura, a escrita e a narrativa.
Neste dia, a nível global, chama-se a atenção para a importância de ler em voz alta, de partilhar histórias e da necessidade de encarar a alfabetização como um direito humano. 
Como forma de o celebrar ,  foram promovidos encontros  de 

crianças e jovens para partilha de leituras em voz alta na EB  Irene 

Lisboa e EB Bom Pastor. 

De todas as participações,  destacaram- se as  os alunos desta 

última  escola, pelo  particular entusiasmo e  seriedade que 

imprimiram ao seu desempenho.