segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Em tom de Carnaval


As máscaras são quase tão antigas como o próprio homem. A palavra na sua origem latina, significa persona. As máscaras sempre tiveram uma simbologia que as ligava a um mundo invisível, que os homens tinham dificuldade em compreender.
Pensa-se que as mais antigas máscaras terão sido feitas cerca de 30.000 antes do nascimento de Jesus Cristo. Nas civilizações do Mundo Antigo, como os Egípcios a tradição de colocar uma máscara na pessoa que morria, pensava-se que ajudava à sua passagem para o outro mundo.
Os Gregos também as utilizavam não só para as suas cerimónias religiosas, como para as representações teatrais. Pensa-se que a palavra Carnaval venha das Dionísias Gregas, manifestações que se realizavam entre o século VII e VI antes da nossa era. Na civilização romana o uso de máscaras era comum em diferentes situações, inclusive em cerimónias coletivas.   
Atualmente uma das manifestações mais antigas e belas do Carnaval é o de Veneza. Figuras como Arlequim ou Pierrot e Colombina inspiram as manifestações do Carnaval, em diferentes anos. Data do século XV o primeiro baile de máscaras, onde os figurantes escondendo a sua origem podiam expor os seus sentimentos, numa altura em que o controle político era evidente para alguns grupos sociais. Hoje é uma forma de representar a memória do tempo de uma forma colorida e simbólica.

Imagens - Copyright: Carnaval de Veneza

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