quarta-feira, 25 de maio de 2022

 DIA MUNDIAL DA CRIANÇA 


Partilhamos uma pequena homenagem a crianças que foram atrizes e atores muito jovens, e nos deixaram papéis emblemáticos na História do Cinema, de que todos gostamos: Jackie Coogan (em O Garoto de Charlot), Enzo Staiola (o Bruno de Ladrões de Bicicletas), Cary Guffey (Barry, com 3 anos, em Encontros Imediatos…), Kirsten Dunst (Claudia, em Entrevista com o Vampiro…)... Ou ainda  Fernanda Matos e Horácio Silva (a Teresinha e o Carlitos, em Aniki Bóbó) ou Afonso Pimentel (o Filipe de Adeus, Pai). Entre tantas, tantas outras crianças. 

No entanto, esta realidade sempre levantou graves problemas morais à indústria do cinema e o recurso a crianças foi sempre questionado. Vale a pena descobrir um pouco da história deste assunto, em:  

https://en.wikipedia.org/wiki/Child_actor 

https://fr.wikipedia.org/wiki/Enfant_star



Fotogramas de O Garoto de Charlot (Charles Chaplin), Ladrões de Bicicletas (Vittorio de Sica), Encontros Imediatos do 3.º Grau (Steven Spielberg), Entrevista com o Vampiro (Neil Jordan) Aniki Bóbo (Manoel de Oliveira) e Adeus, Pai (Luís Filipe Rocha)





SESSÃO NA BIBLIOTECA 

Uma obra inesquecível, sobre a memória, sobre o cinema e sobre as crianças: Cinema Paraíso (1988), uma longa-metragem de ficção, de Giuseppe Tornatore 


Sinopse - Salvatore Di Vita é um cineasta bem-sucedido que vive em Roma. Um dia, recebe um telefonema da mãe avisando que Alfredo está morto. A menção deste nome reaviva lembranças de infância e, principalmente, do Cinema Paradiso, onde Salvatore se refugiava quando era pequeno. 





quinta-feira, 21 de abril de 2022

 

COMEMORAÇÃO DO DIA 25 DE ABRIL 

A nossa biblioteca assinalou a comemoração do dia 25 de abril  com uma sessão online com o Sr Coronel Vasco Lourenço. 

Este Capitão de Abril falou-nos do seu percurso pessoal e  das razões que motivaram o militares a tomar uma posição contra a ditadura. Falou-nos dele, da revolução, da revolução dos cravos, e finalizou com considerações sobre as conquistas de abril, mas também das áreas em que ele  ainda não se cumpriu. 

Tratou-se de uma sessão de grande valor informativo e simbólico. 




 



O Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, celebrado a 21 de maio, foi proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), através da Resolução 57/249, de 20 de fevereiro de 2003, na sequência da aprovação da Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural que ocorreu em 2001.

A Declaração da UNESCO anuncia, pela primeira vez, a Diversidade Cultural como “herança comum da humanidade”, assumindo que “a diversidade cultural é tão necessária para a humanidade como a biodiversidade para a natureza”. Por seu lado, a ONU, proclama uma data para celebração da cultura, nas suas diferentes manifestações, e o modo como ela pode contribuir para o diálogo, a compreensão mútua e o desenvolvimento sustentável.

Este apelo internacional conjunto visa promover a cooperação cultural entre países e promover uma ordem mundial baseada na manutenção da paz, através do diálogo intercultural e inter-religioso, no respeito pelo Estado de Direito e pelos Direitos Humanos, no reforço de um tronco comum de valores universais.

Perante este apelo algumas questões nos assaltam: que razões poderão justificar a criação de uma data específica para se comemorar a cultura, se, em certo sentido, esta sempre foi importante?; por que razão a cultura se encontra no centro de tantas discussões e debates, no presente momento?; por que se torna conveniente a criação de um instrumento jurídico internacional sobre a diversidade cultural?

Já não estamos naqueles tempos dos valores assumidos pela tradição intelectual do ocidente: da cultura nascida na Grécia, que encontrou expressão no Cristianismo, antes de assumir uma maior expressão no Iluminismo, a partir da segunda metade do século XVIII, quando se exaltou a razão como fonte de autoridade e legitimidade e os valores do progresso, da liberdade, da tolerância e da democracia. Uma cultura que se identificava com um ideal e um universo humanista, que se caracterizava pela solidez e coerência da explicação do mundo, e que se organizava em torno de pontos de referência institucionais e/ou sagrados, com fronteiras bem definidas e hierarquizadas.

A partir do século XIX começam a esbater-se fronteiras e hierarquias. Com o advento da cultura de massas, fruto da explosão dos meios de reprodução (jornal, fotografia e cinema) e de difusão (rádio e televisão), a tradicional divisão entre cultura erudita e cultura popular começou a ruir e, mais tarde, com o aparecimento dos computadores e da internet, esta rutura acabou por ganhar uma expressão e alcance totalmente novos, com a chamada revolução digital.

O impacto da revolução cultural, operada pelo desenvolvimento das TIC, sobre a sociedade global e a vida quotidiana, no final do século XX, foi tão significativo e sem precedentes que justifica uma reflexão em torno da centralidade da cultura na vida contemporânea. Em particular, no que diz respeito à coexistência e participação de indivíduos e instituições no espaço público global.

Hoje a cultura invadiu todas as esferas da nossa vida (social, económica e pessoal), ganhando uma centralidade incontornável. Como sublinha Lipovetsky, vivemos numa “cultura-mundo” que se infiltra em todos setores de atividade humana. “Uma cultura-mundo que não é o reflexo do mundo, mas que o constitui, o engendra, o modela, o faz evoluir e tudo isto de forma planetária (...) Uma hipercultura que (...) não cessa de remodelar os nossos conhecimentos sobre o mundo (...) e transforma a vida política, os modos de existência e a vida cultural (...)” (Lipovetsky, 2010:14-16).

Assim, o aparecimento do digital e a explosão das telecomunicações trouxeram consigo a cibercultura e as comunidades virtuais, que criam um novo quadro contextual, fazendo surgir uma cultura sem fronteiras, de fluxos e de redes, que impõe ao ser humano novas dimensões de relação com o mundo, com o conhecimento, com a cultura, com os outros e consigo próprio.

Criou-se a “sociedade em rede” que, impulsionada pela Internet e sustentada pelos media, revalorizou o conhecimento, expandindo as suas fronteiras à escala global, autonomizou os interventores sociais, atribuindo aos indivíduos o poder de serem autores no hipertexto universal, aumentou o investimento económico na cultura, favorecendo a multiplicação de indústrias audiovisuais, e retirou às Instituições, por essa via, a hegemonia e o monopólio do conhecimento e o poder da regulamentação de práticas.

Esta maneira contemporânea de pensar as relações em rede, tem como base e inspiração a temática do rizoma (de origem botânica), tal como formulada na obra Mil Platôs - Capitalismo e Esquizofrenia, por Deleuze e Guattari. O rizoma seria uma maneira de expressar as multiplicidades e o devir, por oposição à metáfora tradicional da árvore, como forma de construção de conhecimento que remete para o uno, uma vez que os conhecimentos são derivados de um único tronco. Agora, o relacionamento entre os indivíduos, e destes com os diferentes conhecimentos e linguagens, já não é hierárquico, estruturado do topo para a base, do geral para o particular, ou por qualquer outro tipo de ordem sequencial. Ele dá-se em todas as direções e pelas interações criativas de que o sujeito é capaz quando dialoga em rede.

Entramos na época dos prefixos “meta” (metadados; metaconhecimento; metacomunicação...) e “trans” (transversal; transdisciplinar; transcultural...) onde tudo se mistura e tanto exprime a ideia de sucessão, de mudança ou transformação (meta), como exprime a ideia de através de, para além de (trans)[1].

O sociólogo Zygmunt Bauman criou o conceito de modernidade líquida para descrever este novo padrão cultural de uma sociedade que é mutável, que adota formas em permanente mudança (líquidas), por oposição a um modelo de existência tradicional, caracterizado pela estabilidade (solidez). Esta modernidade líquida indicia que passamos a ter uma sociedade/cultura que se transformou num mundo cuja circunferência passou a estar em todo o lado e o centro em lado nenhum (Lipovetsky, 2010:12) e que, por isso, se tornou imprevisível e complexa.

Naturalmente que este descentramento acarreta múltiplas interrogações, incertezas e inquietações, particularmente quanto aos modos de existência dos indivíduos, no âmbito do espaço público global.

Alteraram-se os padrões de comunicação, com uma corrida crescente à utilização em massa das tecnologias informáticas (nomeadamente em redes sociais), que implicam um novo modelo de relações sociais a que vários autores chamam de relações reticulares, por serem fundadas em conexões aleatórias, sem necessidade de uma presença física e com interlocutores desconhecidos, bem diferente do modelo de proximidade característico das relações familiares tradicionais. 

Questiona-se a qualidade da participação cívica e das interações dos indivíduos no espaço público. Daniel Innerarity, no livro Novo Espaço Público, insiste na necessidade de auto compreensão deste conceito, por vivermos num (ciber)espaço dominado pelo emocional, onde tudo se dramatiza e converte em experiência sensacional (Innerarity, 2010: 40-41), onde se constrói a imagem do mundo, segundo boatos (Innerarity, 2010:89) e onde se instaura, por essa via, uma incapacidade de auto questionamento coletivo, uma espécie de vazio reflexivo, já que os atores emitem apenas opiniões, só se citam a si próprios e não entram em verdadeiras sequências de interrogação e resposta (Innerarity, 2010: 16).

Assim, a par das inegáveis conquistas, trazidas pelas revoluções científica e tecnológica, também emergiram, uma série de novos problemas globais (crises económicas, terrorismo, ecologia, imigração, apatridia, etc.) e existenciais (novas pobrezas e exclusões; diferentes formas de violência; precarização do trabalho, novas formas de escravatura, etc.) que obrigam, Estado(s) e indivíduo(s), a repensar a democracia à luz de uma cidadania esclarecida, do respeito pela liberdade, pelo pluralismo e aceitação da diferença, num apelo constante à ponderação de diversas legitimidades - pessoais, sociais, históricas e culturais.

São muitas as perplexidades com as quais nos confrontamos: que são as redes sociais hoje senão circuitos fechados, que não criam compromissos de abertura? como cultivar o gosto pela verdade, num mundo que se deixa aprisionar por fake news?; como criar mediações eficientes no sentido de se perpetuar uma cultura de paz, num mundo confrontado com discursos de ódio?; como promover a dinâmica entre as culturas, valorizar as diferenças, encontrar pontos comuns entre pessoas, sem reflexão e procura de consensos alargados? como construir uma sociedade justa, na defesa de princípios e valores humanos que respeitem a alteridade, num mundo onde se instauram o individualismo e os nacionalismos?

Enfim, tendo adquirido um valor estrutural na sociedade contemporânea, a cultura coloca cada vez mais o desafio de se procurar encontrar um modelo político capaz de assegurar a liberdade e o respeito dos direitos de todos os indivíduos e grupos, numa sociedade que se quer democrática, literata e aberta à escala planetária.

Uma ação teórico-reflexiva, baseada numa ética global e em valores humanistas, deverá nortear o agir dos cidadãos, para que se consiga transformar o desenvolvimento económico, científico e tecnológico em verdadeiro desenvolvimento humano. Nesse sentido, falar de integração implica falar do direito a ter direitos, do respeito democrático pela pluralidade, da tolerância baseada na reciprocidade e na partilha, visando-se, dessa forma, a construção de uma sociedade mais coesa, justa e humana.

Daí a cultura se encontrar no centro de tantas discussões e debates e, por outro lado, apresentar-se como conveniente a criação de um instrumento jurídico internacional sobre a diversidade cultural. As políticas de democratização cultural ilustram um desejo coletivo de regras universais, que exigem consensos e novas fórmulas, capazes de colocar os Estados ao serviço da cultura e da educação (e não apenas do lucro), procurando linhas de ações comuns e de regulamentações transnacionais, determinando com precisão o que se pretende fazer quanto à pressão exercida por grupos organizados de interesses e no combate às discriminações.

Porque nada se resolve com declarações, decretos, campanhas, programas especiais, modas ou reformas, acima de tudo o que se torna necessário é uma combinação hábil de políticas de atuação pública, por parte de pessoas e Estados, na devida homenagem à vida coletiva e à diversidade cultural, enquanto herança comum da humanidade, que se situa muito para além dos limites e debates sobre a intolerância.

Embora os desafios sejam enormes, a discórdia intensa, os questionamentos sem respostas garantidas, exige-se de cada um de nós, e ao Estado também, um questionar constante, uma tomada de consciência sobre a nossa Humanidade e os comportamentos éticos necessários para sustentar a sua dignidade.

Mas, sobretudo, é preciso acreditar.

Como diz José Tolentino Mendonça, há uma arte de resistência da qual precisamos de viver, porque não só no meio do caos a beleza pode resistir, como nós (humanos) não temos apenas âncoras, também temos asas. (Tolentino, 2020, p.117-118)

Assim, o dia 21 de maio é certamente um bom dia para acreditar, para reavivar memórias, para contar a nossa História e, sobretudo, para nos mostrarmos à altura das circunstâncias, conscientes das nossas imperfeições, superarmo-nos, evitando generalizações apressadas, resistirmos à arrogância, procurando ser mais humildes quanto aos nossos pontos de vista, e, sobretudo, não esquecermos que o mais importante talvez seja mudarmos a forma como vivemos e não apenas mudar a forma como discutimos sobre como vivemos.

 

[1] [in Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/meta--e-trans-/3492 [consultado em 16-05-2021]

 

 

Referências 

Innerarity, D. (2010). O Novo Espaço Público. Lisboa: Teorema

Lipovetsky, G. (2010). A cultura-Mundo-Resposta a uma sociedade desorientada. Lisboa: Edições 70

Mendonça, J. Tolentino (2020). O Que É Amar Um País. O Poder da Esperança. Lisboa: Quetzal editores

quinta-feira, 14 de abril de 2022

 

SEMANA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA , 4ª SEMANA DE MAIO

 

Que diferentes expressões artísticas conhecemos? Como nos relacionamos com elas? E as que desconhecemos? Como podemos aprender mais sobre elas? A arte tem que ser bela? Todos podemos ser artistas? Todos somos criativos? Que relação existe entre a arte e o bem-estar? Este tema convida a perguntar ininterruptamente, pois cada resposta transporta em si um conjunto de novas perguntas.

A leitura mediada de livros álbum é uma oportunidade para criar um espaço/ tempo para pensar em conjunto, fazer perguntas e partilhar ideias, experiências e emoções sobre estas questões. Sugere-se um conjunto de livros que, pelas suas características textuais e gráficas, podem ser utilizados com alunos de diferentes faixas etárias.




 

“A arte, em toda a sua diversidade, é uma componente essencial de uma educação abrangente para o pleno desenvolvimento do indivíduo. Hoje em dia, as competências, os valores e os comportamentos promovidos pela educação artística são mais primordiais do que nunca. Estas competências - criatividade, colaboração e resolução imaginativa de problemas - desenvolvem a resiliência, alimentam a apreciação da diversidade cultural e a liberdade de expressão, e cultivam a inovação e as capacidades de pensamento crítico. Como um vetor de diálogo no sentido mais elevado, a arte acelera a inclusão social e a tolerância nas nossas sociedades multiculturais e interligadas.

 

A arte aproxima-nos mais. Uma pintura, um artefacto, uma peça de música ancestral fala muito da história das civilizações e dos laços que as ligam. Faz-nos sentir e compreender o que une a humanidade na diversidade das suas culturas e expressões, contribuindo assim para o nosso futuro brilhante e sustentável.

 

Esta consciência da arte pode ser adquirida desde tenra idade e mantida ao longo da vida. É com a convicção de que a criatividade e as artes, e a aprendizagem das mesmas, contribuem para a construção de sociedades prósperas e pacíficas que a UNESCO encoraja os seus Estados-membros a apoiar a educação artística, na escola e para além dela. A educação artística é uma chave para formar gerações capazes de reinventar o mundo que herdaram. Apoia a vitalidade das identidades culturais, enfatizando as suas ligações com outras culturas, contribuindo assim para a construção de um património comum. Ajuda a formar cidadãos tolerantes e dinâmicos para o nosso mundo globalizado.”

 

A inutilidade da arte é um “estribilho”. Por outro lado, a arte não é neutra e interpela sentidos e emoções. Observar, produzir e participar. Refletir sozinho e com os outros.  Questionar e debater. Inquietar-se, entristecer-se e alegrar-se.  Apreciar, amando ou detestando. Durante a pandemia que nos assola, temos sido testemunhas de como diferentes formas de arte trazem alívio em tempos de confinamento, paz em tempo de angústia, solidariedade em tempos de solidão. Comprovando-se uma perceção antiga e paradoxal em relação à arte nas nossas vidas, afinal como pode uma coisa que não serve para nada, ser indispensável ao ser humano?

  


sexta-feira, 11 de março de 2022

 

A Semana da Leitura também se festejou com marcadores. Com esta atividade , não só pretendemos celebrar a leitura , como também promover o conhecimento da obra da patrona da nossa escola enquanto mulher, escritora  e pedagoga. 




Trabalhos realizados em articulação com TIC, sob orientação da Professora Aida Domingues. 


 SEMANA DA LEITURA

MELHORES LEITORES DA EBIL  


Para festejar a Semana da Leitura, os  melhores leitores da nossa biblioteca  fizeram a leitura encenada do Auto da Barca do Inferno, peça adaptada . O público ficou a saber o que é um auto e  o que carateriza/caraterizou o pai do teatro português enquanto  homem renascentista.  




terça-feira, 8 de março de 2022

 

Neste Dia Mundial da Mulher, contámos com a presença do Projeto ART’THEMIS+ Jovens Protagonistas na Prevenção e na Igualdade de Género” da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR). 

Com a comemoração deste dia, pretendemos contribuir , ainda que de uma forma muito incipiente, para a Promoção de Direitos Humanos e a Igualdade de Género. Foi assim que os nossos alunos souberam um pouco mais sobre a história  que esteve subjacente à criação deste dia e também um pouco sobre a biografia de mulheres, tanto portuguesas como estrangeiras,   que contribuíram paradigmaticamente para a mudança de mentalidades. 




segunda-feira, 7 de março de 2022

Semana da Leitura 

Cartaz Vencedor da EBIL 



                                Atividade realizada  em articulação com TIC, sob orientação da Professora Aida Domingues. 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022




Porque "Ler engrandece a alma", preparamo-nos para, ao longo da semana de 7 a 11 de março, celebrar a leitura com leituras encenadas pelos melhores leitores da EB Irene Lisboa, a serem publicadas online. 




 
Cartaz elaborado em articulação com TIC, sob orientação da Professora Aida Domingues. 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022





Para construir a Paz
Para preservar o património
Para defender os direitos humanos
Ensina-me na minha língua materna


A UNESCO defende a educação multilíngue baseada na língua materna desde os primeiros anos de escolaridade. 


A pesquisa mostra que a educação na língua materna é um fator-chave para a inclusão e a aprendizagem de qualidade, além de melhorar os resultados da aprendizagem e o desempenho académico. Isso é crucial, especialmente no 1º Ciclo, para evitar lacunas de conhecimento e aumentar a velocidade de aprendizagem e compreensão. E o mais importante, a educação multilíngue, baseada na língua materna, capacita todos os alunos a participar plenamente na sociedade, promove a compreensão mútua, o respeito mútuo e ajuda a preservar a riqueza do património cultural e tradicional que está incorporado em todas as línguas do mundo.


No entanto, ainda há um longo caminho a percorrer antes de garantir a todos os educandos o direito à educação na sua língua materna. 
Na maioria dos países, a maioria dos alunos é ensinada numa língua diferente da sua língua materna, o que compromete a sua capacidade de aprender de forma eficaz. Estima-se que 40% da população mundial não tenha acesso à educação num idioma que fale ou entenda. Existem cerca de 7.000 idiomas falados em todo o mundo hoje, mas a diversidade linguística está cada vez mais ameaçada à medida que mais e mais línguas desaparecem a um ritmo alarmante. E quando uma língua desaparece, leva consigo toda uma herança cultural e intelectual.




segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

 

DIA INTERNACIONAL DA SOLIDARIEDADE 


No âmbito da comemoração do Dia Internacional da Solidariedade, a nossa escola teve uma sessão online dinamizada pela Amnistia Internacional. 

Nesse encontro, foram abordadas questões sobre os direitos humanos , sobre a história da organização e  o papel de Portugal na sua origem . 




sexta-feira, 21 de janeiro de 2022


 INTERNET SEGURA 

O Dia Internacional da Internet Segura, celebrado no dia 8 de fevereiro , tem como  tema Uma internet melhor começa com você.

Nesta rede mundial d ecomunicação, todos estamos expostos a riscos. Convém, assim, que nos relembremos da sua utilização consciente.


sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

 

Ideias de leitura e escrita

janeiro 2022

O PNL2027 publica mensalmente Ideias de Leitura e Ideias de Escrita para jovens.

Escolhe uma delas, clica nas imagens abaixo ou na ligação e participa nas Ideias de Leitura ou nas Ideias de Escrita.